Desenho de fabricação, aprovação e as built: diferenças

Uma empresa EPC japonesa (engenharia, suprimentos e construção) envia à sua equipe os desenhos de uma estrutura de suporte de tubulação (pipe rack) e de um tanque de armazenamento. Um conjunto tem o título 計画図, outro vem carimbado 承認願 e o terceiro se chama 製作図. Antes de responder, você precisa saber qual conjunto deve receber comentários, qual pode ir para a oficina e o que o seu carimbo de devolução vai significar.
Esses nomes japoneses só correspondem de forma aproximada aos nomes usados no Brasil. Keikaku-zu (計画図) se aproxima de um desenho de arranjo ou arranjo geral (GA), seisaku-zu (製作図) de um desenho de fabricação ou shop drawing, e kansei-zu (完成図) de um desenho as built.
Shonin-zu (承認図, desenho de aprovação) é o caso diferente, porque o nome já traz um procedimento: o comprador verifica um desenho enviado e as duas partes concordam com o conteúdo. Este guia mostra como os termos se alinham, como os desenhos evoluem do arranjo ao as built e como analisá-los. No fim, há um checklist e um modelo de e-mail para reaproveitar.
Sumário
- Nomes japoneses de desenhos e seus equivalentes mais próximos
- Como os desenhos evoluem do arranjo ao as built
- O que um desenho de arranjo (keikaku-zu) precisa mostrar
- O que um desenho de fabricação (seisaku-zu) precisa mostrar
- Ordem de análise: encaixa, dá para fabricar, dá para medir?
- Desenhos de aprovação: códigos de devolução, status de emissão e responsabilidade
- Como uma mudança na orientação de um bocal se propaga pelos desenhos
- Desenho as built: o que conferir na entrega
- Checklist: antes de devolver um desenho a um fornecedor japonês
- Limites deste guia
- Perguntas frequentes
- Fontes
Nomes japoneses de desenhos e seus equivalentes mais próximos
Use a tabela como ponto de partida, não como chave de tradução. A última coluna mostra onde uma tradução de uma palavra só pode enganar.
| Termo japonês | Equivalente mais próximo | Finalidade principal | Onde a equivalência falha |
|---|---|---|---|
| 計画図 keikaku-zu | Desenho de arranjo, arranjo geral (GA) | Verificar se arranjo, conexões e acessos funcionam | Pode ser um estudo inicial com valores não confirmados. O GA do equipamento, emitido pelo fornecedor, costuma ser mais detalhado. |
| 承認図 shonin-zu | Desenho de aprovação, desenho para aprovação (IFA) | Confirmar e acordar o que o fornecedor vai fabricar | Descreve um procedimento e uma finalidade, não um tipo de conteúdo. Um GA ou um desenho de fabricação pode ser enviado como shonin-zu. |
| 製作図 seisaku-zu | Desenho de fabricação, desenho de detalhamento, shop drawing | Dizer ao fabricante o que fazer e sob quais condições | "Shop drawing" também pode abranger coordenação e montagem. Ser um seisaku-zu não significa, por si só, liberação para fabricar. |
| 完成図 kansei-zu | Desenho as built, desenho conforme construído | Registrar o estado final para quem opera e mantém o equipamento | Em geral é entregue com especificações, relatórios de ensaio e manuais (databook), e não sozinho. |
Por que o shonin-zu não é um tipo de desenho
Keikaku-zu e seisaku-zu descrevem o que o desenho contém. Shonin-zu descreve o que está acontecendo com ele: o fornecedor o enviou para que o comprador o confira com os requisitos.
Assim, uma mesma folha pode ser ao mesmo tempo desenho de fabricação e desenho de aprovação, já que alguns fornecedores preparam primeiro o desenho de fabricação e só depois pedem aprovação desse rascunho. Em cada desenho recebido, leia separadamente duas coisas: a finalidade e o status de aprovação.
Desenho de fabricação x shop drawing
O uso em inglês não é uniforme. Algumas fontes tratam os dois termos como sinônimos; outras usam "shop drawing" para a coordenação com o projeto e "fabrication drawing" para o detalhe posterior, no nível da peça, como soldas, furação, tolerâncias e acabamentos.
O seisaku-zu fica, em geral, do lado da fabricação. Seko-zu (施工図, desenho de montagem em campo) é o nome habitual das informações de instalação e ajuste no local, embora um desenho de instalação de estrutura possa trazer os dois tipos de informação. Se o contrato fala em "shop drawings", pergunte ao fornecedor quais folhas ele enviará com esse nome.
Arranjo geral (GA) x keikaku-zu
"Arranjo geral" cobre duas escalas diferentes. O GA da planta mostra como equipamentos e estruturas se posicionam em conjunto; o GA de equipamento trata de um único item.
Um GA de equipamento costuma trazer estes itens:
- Dimensões gerais
- Lista de bocais, com diâmetro, classe de pressão, posição angular e elevação
- Detalhes dos apoios e furação dos chumbadores
- Pontos de içamento e pesos
- Materiais e condições de projeto
- Uma referência de orientação para os ângulos dos bocais
Com esse nível de detalhe, o GA de equipamento que o fornecedor envia para análise pode ser o que seu contato japonês chama de shonin-zu, e não de keikaku-zu. Pergunte qual nome o fornecedor usa e compare com a lista de desenhos do projeto.
Como os desenhos evoluem do arranjo ao as built
A sequência básica é simples: o planejamento define o arranjo e os requisitos, o comprador confere os desenhos do fornecedor, e a fabricação e a montagem levam ao registro as built. Duas coisas avançam separadamente: o nível de detalhe do desenho e a permissão de usá-lo para fabricar.
A tabela compara os quatro desenhos pela finalidade e pela pergunta a resolver antes de cada um seguir adiante.
| Ponto de comparação | Keikaku-zu (arranjo) | Shonin-zu (aprovação) | Seisaku-zu (fabricação) | Kansei-zu (as built) |
|---|---|---|---|---|
| Finalidade principal | Verificar se o conceito e o arranjo funcionam | Confirmar e acordar o conteúdo enviado | Transmitir as condições de fabricação e montagem | Registrar o estado final |
| Quem costuma preparar | Projetista ou lado do comprador | Fabricante ou contratada | Fabricante ou oficina | Fabricante ou montadora |
| O que olhar | Dimensões principais, espaços, interfaces | Coerência com especificações, dimensões e materiais exigidos | Dimensões detalhadas, peças, juntas, inspeção | Trabalho realizado, mudanças, registros citados |
| Pergunta antes de seguir | As condições para o detalhamento estão prontas? | Quais são as condições de devolução e as pendências? | Os itens e a revisão a usar estão claros? | O equipamento e os documentos conferem? |
Os nomes importam menos do que três fatos: quem prepara o documento, quem o confere sob quais condições e qual revisão segue para a etapa seguinte. Combine isso por escrito. O simples envio não faz o trabalho avançar, como mostra a Figura 1.
O início da fabricação depende das condições de devolução e de as correções terem sido feitas.
Exemplo geral. O contrato e as regras de controle de desenhos do projeto definem os códigos de devolução, a necessidade de reenvio e as condições para iniciar a fabricação.
O que um desenho de arranjo (keikaku-zu) precisa mostrar
O keikaku-zu mostra o conceito no início do projeto e testa se o arranjo e as conexões funcionam. Seu assunto principal é como o equipamento se relaciona com o entorno e com o espaço de que as pessoas precisam para trabalhar, e não apenas a forma do equipamento.
Pense em um tanque dentro de um prédio. Uma planta que mostra que o tanque cabe no piso não basta, porque o arranjo também precisa indicar para onde abre a tampa de inspeção e para onde saem os internos. Só assim dá para saber se operação, inspeção e troca continuam possíveis naquela posição.
Escolha o conteúdo conforme o equipamento e a pergunta que o desenho deve responder. Quando a tarefa é fixar a posição de equipamentos em uma planta, esta lista dá a todos os projetistas as mesmas condições:
- Distância da referência do arranjo ao centro do equipamento e altura de instalação
- Pés do equipamento, fundação e posição dos chumbadores
- Espaço de manutenção, como o espaço para retirar os internos
- Traçado da tubulação principal e interface com os equipamentos conectados
- Trajetória de abertura de bocas de visita e portas de inspeção
- Rotas de veículos, raios de giro e rotas de pessoas
- Serviço de cada bocal, destino da conexão e condições ainda em estudo
Esta vista superior sobrepõe a abertura de inspeção de um tanque horizontal, o espaço para retirar seus internos e a passagem de pessoas para verificar interferências.
Esquema ilustrativo, sem dimensões. O espaço real depende do procedimento de inspeção do fabricante, do método de retirada e das condições do local.
Referências, elevações e norte da planta
Posicione o equipamento a partir dos eixos do prédio ou de uma referência do local, e não apenas pela distância ao equipamento vizinho. Com uma referência comum, ao sobrepor os desenhos de civil, mecânica e tubulação fica claro onde as posições divergem.
A altura também precisa de uma referência comum, por isso indique separadamente o nível do piso, o topo da fundação e a linha de centro do equipamento. Se alguém confunde a elevação da linha de centro com a elevação em que os pés se apoiam, o erro aparece na ligação da tubulação e pode obrigar a refazer os suportes.
A "frente" do fabricante e o norte do local podem não coincidir. O norte da planta (plant north, PN) é uma direção de referência definida para o local, em geral alinhada à malha da planta para que o desenhista não trabalhe em um ângulo estranho em relação ao norte verdadeiro. As plantas de implantação costumam mostrar os dois, então alinhe tudo ao norte da planta e marque a direção frontal do equipamento para compartilhar a orientação dos bocais e das portas de acesso.
O projetista da fundação precisa de mais do que o contorno e a posição dos pés: pesos e esforços em cada apoio também contam. Confira esses dados com os dados de carga (loading data), porque o desenho de arranjo sozinho não define as condições de projeto da fundação.
Posição de operação x posição de manutenção
Um equipamento que cabe em seu estado normal ainda pode bater em um tubo vizinho quando os internos são retirados. Desenhe o contorno de operação em linha contínua e sobreponha o envelope de manutenção em linha tracejada, para comparar os dois estados.
O espaço de retirada depende de mais do que o comprimento da peça. Inclua a posição de quem segura as ferramentas, o ponto de fixação do içamento e um local para apoiar as peças removidas, para julgar se o trabalho é viável.
Em portas e bocas de visita, desenhe a trajetória de abertura e não só a posição aberta. Uma porta que livra a tubulação ainda pode bloquear uma passagem, então planeje a rota das pessoas durante o trabalho.
Na verificação de veículos, considere o balanço externo em curva, além da largura do veículo. Una a rota do ponto de descarga ao local de instalação e evite um arranjo em que a unidade nova entra, mas a de reposição não sai.
Essas verificações de espaço também afetam as paradas futuras. Listar antes os itens de inspeção e as peças de troca gera um arranjo coerente com o fluxo de manutenção.
Formato livre, mas com raciocínio rastreável
O formato do keikaku-zu segue sua finalidade, então deixe claro o que cada folha deve decidir. Se a folha testa um arranjo, passagens legíveis, zonas de inspeção e pontos de conexão importam mais do que cada dimensão de solda.
Formato livre não é desculpa para ignorar as convenções de desenho. Mantenha escala, unidades, referências e legenda coerentes e separe valores aproximados de valores confirmados, para que outro engenheiro entenda as hipóteses do estudo.
Quando usar uma dimensão provisória de equipamento, marque que o valor ainda não foi confirmado pelo fabricante. Registre também até onde uma mudança posterior chegaria em fundações e tubulação, para a equipe decidir se antecipa aquele trabalho.
O diagrama de ligações de tubulação e o desenho de posição do equipamento respondem a perguntas diferentes. Confirme as conexões no P&ID (fluxograma de tubulação e instrumentação) e depois estude o traçado físico no desenho de arranjo.
O que um desenho de fabricação (seisaku-zu) precisa mostrar

O seisaku-zu permite que o fabricante leia a forma e os requisitos da peça, para então fabricá-la e montá-la. O desenho herda as posições e as dimensões principais da fase de planejamento e as transforma em informações para cortar o material, furar e unir as peças.
Um desenho de conjunto e um desenho de peça têm papéis diferentes, mesmo para a mesma estrutura. O conjunto mostra as posições gerais e traz os números das peças; esses números levam aos desenhos de peça e à lista de materiais (BOM), que juntos definem o item acabado.
Em peças de caldeiraria e estrutura metálica (seikan-hin, 製缶品), como tanques e estruturas, formas parecidas podem exigir trabalhos diferentes por causa da espessura da chapa ou do tipo de junta. Uma imagem da forma não basta: as condições definidas na especificação precisam chegar ao desenho.
Um conjunto de desenhos de fabricação costuma trazer as seguintes informações:
- Arranjo geral do conjunto, contorno e posições de fixação
- Dimensões detalhadas, ângulos e tolerâncias necessários à fabricação
- Locais e métodos de solda, indicando se são de oficina ou de campo
- Detalhes de interface com equipamentos e tubulações conectados
- Detalhes das peças, materiais, quantidades e números das peças
- Isolamento térmico, pintura e outras informações de acabamento
- Notas a seguir na fabricação, na montagem e na inspeção
A distância entre apoios e a furação de uma chapa são informações distintas. Os números das peças as ligam, e o fabricante não precisa adivinhar.
Esquema da estrutura, não uma instrução de fabricação. Cada projeto especifica suas próprias condições de solda, tolerância e inspeção.
Ligue os números das peças à lista de materiais
Os números das peças ligam a forma do desenho à compra do material. Se uma peça do lado esquerdo e outra do lado direito (peças espelhadas) compartilham um número, um desenho correto ainda pode gerar o conjunto errado, então dê um número a cada lado.
A lista de materiais deve ligar cada número ao nome, material, dimensões principais, quantidade e à indicação de item comprado ou fabricado. Quando o desenho é revisado, atualize as quantidades da lista e as condições de compra do material junto com a forma.
Quando várias unidades de uma peça são usadas, informe se a quantidade é por conjunto ou o total a comprar. Projeto e manufatura costumam estruturar o mesmo produto de modos diferentes, uma diferença normalmente discutida como BOM de engenharia (E-BOM) x BOM de manufatura (M-BOM).
Em itens comprados, confira as dimensões de conexão e o sentido de montagem, além do modelo. Um substituto com contorno parecido, mas com outro espaçamento de furos ou outra posição de conexão, pode obrigar a refazer as peças fabricadas ao redor.
Informe a referência de medição e a tolerância juntas
Cote a partir de uma face ou de um centro claramente identificado. Dimensões externas corretas não mostram como a peça se encaixa na vizinha se a posição dos furos de fixação não estiver definida.
A dimensão define o alvo e a tolerância define a faixa permitida. Tolerâncias apertadas em todo lugar aumentam o trabalho de usinagem e de inspeção, então separe o que exige precisão por função do que aceita a exatidão geral.
Um comprimento pode ficar dentro da tolerância e, mesmo assim, uma face inclinada ou um furo mal posicionado pode falhar na função. Use tolerâncias geométricas para os requisitos que o tamanho sozinho não expressa e deixe claro o que elas devem garantir.
Verifique também qual norma de tolerâncias rege o desenho. As referências usuais são a ASME Y14.5-2018 (reafirmada em 2024) nos EUA e a ISO 1101:2017 no plano internacional; no Brasil existe a ABNT NBR 6409 para tolerâncias geométricas, e a edição vigente e a relação dela com a ISO 1101 devem ser confirmadas na ABNT. A JIS B 0021:1998, norma japonesa, baseia-se em um rascunho anterior da ISO 1101 (ISO/DIS 1101:1996), por isso é comparável à família ISO, mas não intercambiável com a ASME, e um desenho japonês também pode não seguir a edição ISO atual.
Acúmulo de tolerâncias: 100 ± 0,2 mais 200 ± 0,3
Quando duas peças ficam topo a topo, cada tolerância afeta o comprimento montado. A Figura 4 calcula o pior caso com comprimentos e tolerâncias escolhidos apenas para ilustrar.
Este é um caso simples de peças em série. Para definir as tolerâncias das peças, parta do comprimento montado admissível e trabalhe no sentido inverso.
Valores ilustrativos, não são tolerâncias recomendadas para estruturas ou tanques. Em estruturas soldadas, estude à parte a contração, a orientação da solda e as referências de fixação.
Suponha que o lado de encaixe admita apenas 300 ± 0,2 mm. Com essas tolerâncias, não há como garantir o encaixe em todas as combinações, então, antes da liberação, decida se aperta as tolerâncias ou muda o projeto para permitir ajuste.
Cuide da notação ao calcular. Neste exemplo, ±0,2 mm é a folga em cada sentido, então a faixa total é de 0,4 mm. Se uma tabela de tolerâncias traz limites superior e inferior, converta tudo para uma só forma, para não confundir a largura da faixa com o valor do ±.
Quando os desvios superior e inferior são diferentes, calcule separadamente o máximo e o mínimo do conjunto. Reflita na fórmula se cada dimensão soma ou subtrai, porque estar lado a lado no desenho não significa que as dimensões devam simplesmente ser somadas.
Métodos estatísticos, como a raiz da soma dos quadrados (RSS), dão um valor menor, cerca de ±0,36 mm aqui, mas dependem de hipóteses sobre a distribuição das peças. O cálculo do pior caso é o modo conservador de verificar se todas as combinações se encaixam.
Encadear todas as cotas permite calcular a mesma posição de mais de um modo e favorece contradições. Cote a partir da referência de fixação e separe as dimensões de inspeção das informações de referência.
Nunca meça um desenho impresso com régua no lugar da cota indicada, pois a configuração de impressão e a escala alteram os comprimentos no papel. Mostre no próprio desenho os valores e as unidades que o fabricante deve usar.
Soldas, isolamento, pintura e inspeção
A indicação de solda precisa das condições exigidas da junta e da designação de oficina ou campo, além da localização. Separar o que a oficina conclui do que será unido após a entrega alinha as divisões de transporte ao escopo do trabalho no local.
Posições de trabalho e equipamentos diferem entre oficina e campo, então uma linha desenhada não transmite as condições de execução. Ligue o chanfro e as condições de inspeção exigidos à especificação aplicável e considere também o processo de soldagem.
Em equipamentos isolados, separe as dimensões do equipamento nu do contorno com isolamento. Bocais e suportes que não avançam o suficiente atrapalham a conexão e a aplicação do isolamento, por isso reflita o isolamento nos detalhes de interface e não o deixe para uma etapa posterior.
Em pintura e tratamento de superfície, indique a área a tratar, além da cor ou do nome do processo. Onde faces de contato ou roscas devem ficar sem tratamento, diga isso, e o fabricante não precisará adivinhar.
Defina cedo as condições de inspeção do que ficará oculto depois de pronto. Se uma dimensão não puder ser medida após a montagem, combine com o fabricante o que medir em uma etapa intermediária e quais registros guardar.
Ordem de análise: encaixa, dá para fabricar, dá para medir?
Antes de procurar erros de digitação nas cotas, compare o desenho com a função que o equipamento deve cumprir e com as condições do lado que se encaixa. Um erro de interface faz cada peça estar de acordo com seu desenho enquanto o conjunto não monta, o que vira retrabalho no local.
Em seguida, imagine a sequência de fabricação e montagem: as ferramentas alcançam, os fixadores podem ser apertados, as peças podem ser inseridas? Por fim, siga as referências de medição e os critérios de aceitação, o que expõe desenhos que podem ser fabricados, mas têm condições de inspeção pouco claras.
Confira também o método de projeção indicado na legenda. Desenhos japoneses seguem em geral o 3º diedro, enquanto no Brasil predomina o 1º diedro, e esquecer isso troca vistas de lado.
Os cortes devem revelar degraus e espessuras ocultos e remeter aos detalhes necessários. Quem está começando a ler desenhos japoneses acelera a análise ao entender primeiro a relação entre vistas e cortes.
Desenhos de fabricação carregam muita informação, então separar folhas de visão geral e de detalhe costuma ser melhor do que amontoar tudo em uma só. Com números de desenho e de peça que se referenciam, fabricantes e montadores encontram o que precisam.
Escreva comentários que possam ser verificados
Evite comentários vagos como "reconferir dimensões". Cite o número do desenho com que há conflito e o problema, para que quem corrige entenda a intenção e o próximo envio possa ser conferido com ela.
Em vez de "posição do furo errada", por exemplo, informe o número do desenho da estrutura e o do equipamento e registre a diferença de distância em relação à face de referência. O fabricante não deve ajustar um lado por conta própria; o lado do projeto define primeiro a interface.
Divida a análise sem deixar lacunas
Quando várias pessoas analisam um desenho, atribua papéis: a mecânica confere o contorno, a tubulação confere as conexões e a manutenção confere o espaço de inspeção. Analise em conjunto as áreas de fronteira, para que nada se perca porque cada lado achou que o outro cuidaria.
Uma organização comum é o projetista do fabricante ou da oficina preparar o desenho, enquanto um verificador interno e o comprador conferem cada um o seu escopo. Separe os papéis de quem prepara, quem verifica (kenzu) e quem aprova, e defina cedo quem julga função e interfaces.
Desenhos de aprovação: códigos de devolução, status de emissão e responsabilidade
A etapa de aprovação compara o que você pediu com o que o fabricante vai construir. Siga item a item o desempenho e os materiais da especificação de compra (kobai shiyosho), além das dimensões e interfaces que afetam o arranjo.
Partir de cada requisito da especificação até o desenho acha lacunas melhor do que começar pelo canto superior esquerdo da folha. É fácil deixar passar uma indicação de material ausente ou um bocal faltante quando se lê apenas o que foi desenhado.
Os pontos típicos de verificação variam conforme o item:
- Tanques: serviço e orientação dos bocais, condições dos flanges e posição de montagem de indicadores de nível e instrumentos semelhantes
- Estruturas: posição dos apoios e condições de carga, divisões para transporte e face de montagem do lado do equipamento
Quando as duas partes concordaram com uma mudança de especificação, ligue-a à lista de desvios (deviation list). Um desenho diferente da especificação original não precisa necessariamente voltar, por isso separe as mudanças acordadas das diferenças ainda não resolvidas.
Confirme também que a especificação de entrega (nonyu shiyosho) do fabricante traz as mesmas mudanças. Se o desenho é novo, mas o procedimento de inspeção ou as condições de material são antigos, depois da fabricação haverá divergência sobre qual vale.
Os códigos de devolução mudam de empresa para empresa
Os resultados da análise costumam cair em três grupos: sem problemas, corrigir e reenviar, e prosseguir quando as condições forem atendidas. Nomes e significados variam entre empresas, então combine no início do projeto cada código e seu efeito sobre a fabricação.
A tabela mostra expressões que você pode encontrar e uma pergunta a fazer para cada uma. Não é um padrão: muitos clientes definem no procedimento do projeto códigos numerados ou por letras, e o sentido deles vem desse procedimento, não de um esquema comum.
| Expressão em japonês | Expressão usual em português | Pergunta a confirmar |
|---|---|---|
| 承認 shonin | Aprovado | Este código libera a fabricação ou é preciso uma liberação separada? |
| 条件付き承認 joken-tsuki shonin; komento-tsuki shonin | Aprovado com condições, aprovado com comentários | O trabalho pode seguir incorporando os comentários? É preciso um desenho corrigido, e até quando? |
| 再提出 sai-teishutsu; 不承認 fu-shonin | Revisar e reenviar; reprovado | O que precisa mudar, e o trabalho nesses itens foi interrompido? |
| 参考図 sanko-zu (rótulo do desenho, não código de devolução) | Para informação, apenas para referência | A folha exige resposta, e o contrato trata o conteúdo como vinculante? |
Onde entram IFA, IFC e AFC
Projetos em inglês costumam acrescentar um status de emissão a cada revisão, e ele é um rótulo diferente do código de devolução. O código de devolução diz como o analista respondeu; o status de emissão diz para que a revisão pode ser usada. Os desenhos japoneses não têm um equivalente fixo para esses rótulos, então faça a correspondência de forma explícita.
| Status em inglês | Significado usual | O que confirmar com o lado japonês |
|---|---|---|
| IFA (issued for approval, emitido para aprovação) | Enviado ao cliente para análise e aprovação | Um desenho carimbado 承認願 (shonin-negai, "pedido de aprovação") equivale a IFA neste projeto? |
| IFC (issued for construction, emitido para construção) | A revisão autorizada como base para construir | Qual rótulo do desenho do fornecedor significa uso para fabricação, por exemplo 製作用 (seisaku-yo)? |
| AFC (approved for construction, aprovado para construção) | Muitas vezes usado como IFC, em geral com a ideia de aprovação do cliente | AFC é o mesmo que IFC aqui ou uma etapa separada? Quem dá a aprovação? |
Quando uma emissão é revisada, a nova revisão substitui a antiga. Confirme o status por escrito antes de começar o trabalho e registre qual revisão estava vigente naquele momento.
A aprovação não transfere automaticamente a responsabilidade de projeto ao comprador
A palavra "aprovação" não significa que o comprador assumiu toda a responsabilidade de projeto do fabricante. O contrato define a divisão de responsabilidades e as condições para iniciar a fabricação, portanto não interprete isso apenas pelo carimbo de devolução.
No Brasil, a responsabilidade técnica de quem projeta é registrada por meio da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) no sistema CONFEA/CREA, mas isso não substitui as cláusulas do contrato. Em caso de dúvida, consulte o responsável técnico e o jurídico.
Obras públicas japonesas podem usar outros termos. Em obras de máquinas do ministério da infraestrutura do Japão (MLIT), a contratada deve obter a aceitação dos shodaku tosho (承諾図書, documentos submetidos para aceitação), que incluem especificações, memórias de cálculo e desenhos de detalhe, e consultar o contratante antes de alterá-los, salvo itens leves. Plantas privadas podem não usar os mesmos nomes, então as duas partes devem alinhar o procedimento adotado no projeto.
Feche os comentários antes de liberar para fabricação
Devolver um comentário não prova que a correção foi feita como se pretendia. Registre uma resposta e o número do desenho corrigido para cada número de comentário e marque cada um como corrigido, aguardando resposta ou a refletir no próximo envio, para que as pendências fiquem visíveis.
Ao iniciar a fabricação, entregue juntos o número do desenho, o número da revisão, a data de emissão e a finalidade. Não misture cópias de estudo e de fabricação sob o mesmo número de desenho e deixe claro quais dados o fabricante deve tratar como corretos.
Às vezes uma atividade começa antes, como a compra de material. Limite o escopo aprovado por escrito, para que ninguém leia a instrução como permissão para furar posições não confirmadas ou iniciar a soldagem.
Cite os números das peças-alvo, além da atividade. Separe o material que continua útil após uma mudança do que viraria sucata e compare o benefício de começar cedo com o custo do retrabalho.
Como uma mudança na orientação de um bocal se propaga pelos desenhos
Mudar a orientação de um bocal não termina com a correção do desenho de fabricação do tanque. A mudança chega à tubulação conectada, aos suportes de tubulação e às passarelas próximas, nessa ordem, então siga os números de desenho relacionados a partir do ponto em que a mudança começou.
Se o lado do equipamento e o da tubulação olham o tanque de direções diferentes, uma instrução em sentido horário pode ser lida como anti-horário. Alinhe a direção de referência e o sentido de visada na vista superior e mostre a forma após a mudança junto com o ângulo.
Neste exemplo, um bocal passa da parte superior da vista superior para o lado direito. A lista de itens afetados inclui o traçado da tubulação e a posição dos suportes.
Não é um projeto real de bocal. Avalie caso a caso o impacto em números de desenho, especificações, itens comprados e peças já fabricadas.
Registre o que mudou, por que mudou e quem concordou. Uma nuvem de revisão ou um símbolo, sozinhos, não permitem que outro engenheiro reconstitua o requisito original e o motivo da mudança.
Depois de emitir uma revisão, avise os fabricantes e as empreiteiras que receberam a versão anterior. Trocar um arquivo em uma pasta compartilhada não diz se as cópias impressas no local ou os dados carregados nas máquinas foram atualizados.
Para peças já fabricadas, decida peça a peça se serão usadas, retrabalhadas ou refeitas. Defina o escopo de trabalho permitido durante a espera, para que a etapa seguinte não prossiga para a montagem sem saber da mudança.
Em projetos com muitos desenhos, o controle de revisões e o histórico de distribuição funcionam melhor como um sistema. Com ou sem gestão de dados de produto (PDM) ou gestão do ciclo de vida do produto (PLM), a base é a ligação entre desenhos, peças e registros de mudança.
Desenho as built: o que conferir na entrega
O kansei-zu registra a configuração final obtida pela fabricação e pela montagem, e vai para quem usa o equipamento depois da entrega. Mudar o título de um desenho de aprovação não o transforma em as built; confira se as mudanças feitas durante o trabalho chegaram ao estado final.
Se um tubo foi deslocado no local, siga essa mudança até os desenhos de sistema e de suportes. Reunir as marcações em vermelho e compará-las com o as built formal reduz as mudanças perdidas.
O objetivo do as built é identificar o equipamento real na próxima inspeção ou troca. Ligue os números de equipamento e de peça, os manuais de instrução e os registros de ensaio, para que o leitor chegue do desenho às informações de que precisa.
A Figura 6 é um exemplo de conferência na entrega. Decida antes o que prova a coerência e então procure o que ainda não foi refletido.
Números de desenho iguais não bastam. Cada par abaixo tem a sua própria conferência.
| Par a comparar | Onde olhar | O que manter registrado |
|---|---|---|
| As built x equipamento real | Número do equipamento, interfaces, posições alteradas | Como as mudanças de campo foram refletidas |
| Desenho de conjunto x lista de materiais | Números das peças, materiais, quantidades | Ligações que identificam as peças de reposição |
| Desenhos x registros de ensaio | Equipamento-alvo, escopo do ensaio, revisão citada | Ligação com a especificação ensaiada |
| Lista de documentos x dados entregues | Números de desenho, revisões, arquivos, referências | Desenhos faltantes e pendências |
Exemplo para adaptar às entregas exigidas no projeto. O contrato e as diretrizes especificadas definem o escopo e o formato dos documentos de conclusão.
Um desenho as built raramente vale sozinho. Como exemplo do setor público, uma diretriz do MLIT para obras de máquinas lista os desenhos de detalhe ao lado de especificações, memórias de cálculo, registros de controle da obra, lista de equipamentos comprados e manuais de instrução nos kansei tosho (完成図書, documentos de conclusão, equivalentes a um databook).
Na entrega de dados eletrônicos, especifique separadamente o formato editável e o de visualização. Desenhos que referenciam arquivos externos podem aparecer diferentes se faltar uma referência, então confirme que quem recebe consegue abri-los corretamente.
Se os documentos deixam itens em aberto, liste-os com o número do desenho, a ação prevista e o responsável. Uma lista compartilhada evita que a manutenção suponha que o conjunto está completo e peça a peça de reposição errada.
Checklist: antes de devolver um desenho a um fornecedor japonês
Percorra esta lista antes de carimbar ou assinar. Ela segue a ordem de análise acima e cobre também os itens que mais precisam de confirmação por escrito.
- Identificação: número do desenho, revisão, data de emissão e finalidade declarada (estudo, aprovação ou fabricação)
- Requisitos: cada item da especificação de compra rastreado até o desenho; desvios acordados separados das diferenças não resolvidas
- Encaixe: interfaces conferidas com os desenhos vizinhos; referências, elevações e norte da planta alinhados
- Projeção e unidades: método de projeção da legenda (3º ou 1º diedro), unidades e escala
- Bocais: serviço, diâmetro, norma e classe de pressão do flange e ângulo de orientação, com a referência e o sentido de visada informados
- Fabricabilidade: acesso das ferramentas, ordem de montagem, divisões para transporte e soldas de oficina e de campo
- Medição: referências de medição, critérios de aceitação, norma de tolerâncias e verificações intermediárias para o que ficará oculto
- Tolerâncias: acúmulos conferidos com o que o lado de encaixe admite
- Acabamento: contorno com isolamento, escopo de pintura e tratamento de superfície e faces a deixar sem tratamento
- Segurança e requisitos legais: se a máquina, o tanque ou o vaso estiver no escopo de uma NR (por exemplo, NR-12 ou NR-13), confirme que a especificação prevê o que o projeto deve atender
- Sua resposta: código de devolução informado, cada comentário numerado com o número do desenho vizinho e qualquer liberação parcial limitada por número de peça
- Responsabilidade: cláusula contratual ou procedimento que define o que a devolução significa
Perguntas para fazer ao lado japonês
Envie-as cedo, de preferência na reunião de partida (kickoff), quando nenhuma fabricação depende das respostas.
- O que significa cada código de devolução e quais deles permitem iniciar a fabricação?
- Como os rótulos dos seus desenhos correspondem ao nosso status IFA, IFC e AFC?
- Quais desenhos da lista vocês pretendem enviar para aprovação e quais apenas para referência?
- Vocês usam o norte da planta nos desenhos de orientação de bocais? Qual é o sentido de visada dos seus ângulos?
- Qual norma de tolerâncias, e em qual edição, se aplica a estes desenhos?
- O que o pacote as built vai conter e em quais formatos de arquivo?
Modelo de e-mail para devolver um desenho
Adapte o modelo ao seu projeto. Troque os itens entre colchetes e use os nomes de código do seu próprio procedimento.
Assunto: Desenho [nº] Rev. [X]: resultado da análise e dúvidas
Prezado(a) [Nome],
Analisamos o desenho [nº] Rev. [X], [título]. Nosso código de devolução é [código], conforme o procedimento [nº].
Comentários:
1. Bocal [N3]: o desenho de vocês mostra [ângulo] graus em relação ao norte da planta, visto de cima. Nosso desenho de tubulação [nº] mostra [ângulo] graus. Por favor, confirmem qual está correto.
2. Placa de base, peça [nº]: o passo dos furos difere do desenho do equipamento [nº] em [valor] mm, medido a partir de [referência]. Por favor, não alterem nenhum dos lados até acordarmos a interface.Por favor, confirmem:
1. Este código permite iniciar a fabricação ou vocês precisam reenviar antes?
2. Se precisarem comprar material com antecedência, quais números de peça isso abrange?
3. Quando poderão enviar a Rev. [Y] com estes comentários incorporados?Entendemos que esta análise, por si só, não altera a divisão da responsabilidade de projeto prevista no contrato. Se o contrato ou o procedimento de vocês disser outra coisa, por favor, nos avisem.
Atenciosamente,
[Nome]
Limites deste guia
- A correspondência de termos é um guia geral. Empresas, setores e tipos de contrato usam esses nomes de modos diferentes, e valem os documentos do projeto.
- As figuras esquemáticas e os valores de tolerância dos exemplos são apenas ilustrações. Não são instruções de fabricação nem tolerâncias recomendadas.
- Códigos de devolução e status de emissão não têm padrão universal. As fontes divergem em alguns rótulos, sobretudo AFC x IFC.
- Este guia não é aconselhamento jurídico. Quem detém a responsabilidade de projeto depende do contrato e da legislação aplicável.
- Confirme as edições vigentes das normas JIS, ISO, ASME e ABNT, bem como as NRs aplicáveis, antes de citá-las em uma especificação.
Perguntas frequentes
Qual é a diferença entre desenho de fabricação e shop drawing?
Muita gente usa os termos como sinônimos. Onde há diferença, o shop drawing coordena como os itens se encaixam e se instalam, enquanto o desenho de fabricação traz o detalhe no nível da peça, como soldas, tolerâncias e acabamentos. No uso japonês, o seko-zu cobre a instalação e o ajuste no local, e alguns desenhos trazem os dois, então combine o conteúdo exigido de cada folha.
A fabricação pode começar quando o desenho de aprovação tem carimbo?
Não automaticamente. O código de devolução, as condições anexas e os comentários em aberto decidem isso, e pode haver devolução condicional ou liberação parcial. Diga ao fabricante exatamente quais números de desenho, revisões e escopo de trabalho podem ser usados.
Dá para fabricar com as dimensões do desenho de arranjo?
Não, se o desenho contiver valores aproximados ou não confirmados. Herde as interfaces acordadas com o lado de encaixe, defina as referências de fabricação, tolerâncias, materiais e condições de união e só então emita um desenho para fabricação.
Um modelo 3D substitui os desenhos de fabricação?
Depende do que o modelo contém e do que o fabricante consegue receber. A forma sozinha pode não transmitir tolerâncias nem condições de furos, então use desenhos ou notas, conforme necessário, para deixar claras as condições aplicáveis.
E se as dimensões do as built e do desenho de fabricação forem diferentes?
Compare os registros de aprovação da mudança com o equipamento real para saber se a diferença é uma mudança pretendida ou uma atualização esquecida. Uma diferença no campo não torna a mudança válida por si só, então rastreie o acordo e os registros de inspeção antes de atualizar o as built.
Fontes
- Shop drawing x fabrication drawing: Strand, "Shop Drawings vs. Fabrication Drawings"
- Conteúdo de um desenho GA: Project Materials, "What Is a General Arrangement Drawing"
- Uso de IFC e AFC, revisões substituídas, conferência do status por escrito: Procore, "IFC Drawings"
- AFC como conjunto aprovado à parte: Bluent, blog de engenharia sobre desenhos IFC e AFC
- Disposições da análise e códigos inconsistentes: Kissflow, "Vendor Drawing Approval"
- Norte da planta: Wermac, coordenação de tubulação; fórum CR4, "Plant North vs True North"
- Acúmulo de tolerâncias, pior caso e RSS: Wevolver, "Tolerance Stack-up Analysis"
- ASME Y14.5-2018: ASME, Y14.5 Dimensioning and Tolerancing
- ISO 1101:2017: ISO, ISO 1101:2017
- JIS B 0021:1998: SAI Global, listagem da JIS B 0021:1998
- Documentos para aceitação em obras públicas japonesas de máquinas: MLIT, Especificações Comuns de Obras de Máquinas, minuta (em japonês)
- Documentos de conclusão em obras públicas japonesas de máquinas: MLIT, diretriz de documentos de conclusão de obras de máquinas, minuta (em japonês)
Artigo original em japonêsEste guia se baseia em um artigo do MONOSCOPE escrito para leitores no Japão: 製作図とは?計画図・承認図との違いと図面の流れ・検図の実例


